O álbum de estreia de Camila Cabello é pop com um pouco de salsa – Review.

Mesmo se você não ouviu algo sobre Camila Cabello, há grandes chances que você tenha ouvido o seu hit solo de estreia “Havana”. Uma fatia sensual de pop latino foi uma das músicas de 201,7 difícil de escapar e botou a cantora Cubana-America no topo das paradas nos dois lados do Atlântico.

Apesar de ter apenas 20 anos, Cabello já é uma veterana de reality TV, girl groups e colaborações. Ela fez parte do Fifth Harmony, um grupo montado por Simon Cowell na versão americana do X-Factor. Assim como muitos grupos manufaturados, Fifth Harmony aproveitou um razoável estranho e anônimo sucesso, as personalidades individuais das artistas se resumiram a uma fantasia atrevida.

Cabello (a mais talentosa vocalista do grupo) logo expressou suas ambições solistas, com aparições em colaborações com o ídolo pop Shawn Mendes e o rapper Machine Gun Kelly. Ela saiu do Fifth Harmony em 2016, acompanhada de relatórios conflituosos em relação a se ela “pulou” ou “foi empurrada”.

Porém, passar de ser parte de um grupo para o estrelato solo é sempre desafiador. O seu primeiro álbum, primeiramente agendado a ser lançado no ano passado, sob o suposto melancólico título “The Hurting, The Healing, The Loving“, foi retirado; recolhido com o despertar do sucesso de Havana. Finalmente o álbum aparece agora como “CAMILA“, a capa sensual insinuando uma mudança no coração sobre a melhor maneira de comercializá-la.

Os créditos revelam as equipes usuais por trás do grande pop intercambiável de hoje (com muitos como nove compositores em cada música). O que é surpreendente, devido a esta receita nos estúdios, é que ainda há um sabor nesse caldo.

A característica mais distinguível da Camila é uma linda leveza em seu toque. A bateria é discreta e regularmente ausente. O “tempo” continua resolutamente mediano. Não houve pressa para infundir influências caribenhas, com apenas toques de guitarras espanholas e batidas reggaeton em algumas músicas.

Também não há bombardeio de sintetizadores grossos. O espaço foi limpo para a arejada e alta voz de Cabello. O que não é típico para uma diva moderna, Cabello parece ter a intenção de exercer moderação. Ela pode fazer um tom baixo de Rihanna, mas sua especialidade é notas contendo respirações que flutuam; vibram em vez de soar gritantes. Apesar de ter sido mergulhada e processada através do autotune, sua voz transmite uma verdadeira intimidade.

Cabello teve sua participação na composição, e algumas músicas transmitem uma honestidade e vulnerabilidade encantadoras, talvez seja uma relíquia dos temas originais do álbum. Porém continua a existir um fosso entre a arte do pop comercial e a arte da composição confessional, e não há muita dúvida sobre qual foi priorizado no “CAMILA“.

Há, por exemplo, duas versões do seu novo single, Never Be The Same. Um melodrama sobre o amor viciante, a primeira versão contém a surpreendente imagem, “Nicotina, heroína, morfina, você é tudo o que eu preciso”. Porém na segunda versão, feita para as rádios, todas as referências às drogas foram removidas. Simon Cowell aprovaria isso.

NOTA: 3/5 estrelas, 60.

 

Fonte: The Telegraph UK. 

Tradução e Adaptação: Equipe CCBR.

Review “Camila”: O poderoso álbum de estreia de Camila Cabello.

CAMILA” LINHA DE FUNDO: Antiga cantora do Fifth Harmony surpreende com um poderoso lançamento solo.

Camila Cabello originalmente planejou chamar sua estreia solo como “The Hurting, The Healing, The Loving”, que estava indo para ser sobre sua luta desde a saída do Fifth Harmony e construído em volta do arruinador single “I Have Questions”. (Pergunta principal: “Por que você não liga?”).

Fato engraçado, entretanto. Como ela trabalhou no álbum no ano passado, empurrada pelo sucesso de suas colaborações “Bad Things” com Machine Gun Kelly e sua Havana com Young Thug, as perguntas não parecem mais ser importantes.

Camila Cabello agora tem respostas. E em sua estreia “CAMILA” (Epic), ela entrega com a confiança e o poder de uma artista com muito mais do que os 20 anos de Cabello sob seu cinto.

A quente “Havana” que paga tributo para a herança cubana de Cabello e agora está no topo dos gráficos pop por sete semanas, fornece um sólida fundação para o resto do “CAMILA” e suas ambições de se estabelecer com uma artista pop de tanto valor como Selena Gomez ou Demi Lovato.

Cabello está em seu pico em seu novo single “Never Be The Same”, que mostra o que a deixa a parte do pacote pop. A maneira como sua soprosa voz quebra ao topo do seu registro quando ela confessa. “Como nicotina, heroína, morfina, de repente eu sou uma viciada e você é tudo que preciso” é a marca de uma artista. O que ela pode rapidamente mudar para sua voz completa para o desesperado refrão, é a marca de uma estrela.

CAMILA” ainda também tem muitos hits para lançar. “She Loves Control” combinando sons latinos com reggaeton e um irresistível refrão. A deliciosa “Into It” passa diretamente para o suave ponto entre o indie-pop retro de Carly Rae Jepsen e a fraseologia inesperada de Sia, uma coisa que revive a maravilhosa balada “Something’s Gotta Give”.

Com “CAMILA”, Cabello prova que ela é uma força para ser contada e está pronta para ser uma das estrelas de 2018.

Nota: 3,5/4.

 

Fonte: Newsday

Tradução e Adaptação: Equipe CCBR.

CAMILA CABELLO É SUA PRÓPRIA ESTRELA POP EM SEU ÁLBUM DE ESTREIA DE FORMA DESAFIADORA: REVIEW DA EW

O que o estrelato pop parece em 2018? As super estrelas estão na maior parte ocupadas fazendo outras coisas: Beyoncé está aninhada com seus bebês em Malibu; Lady Gaga percorreu arenas esportivas europeias com sua turnê e gravou filmes com Bradley Cooper; Rihanna constrói o seu império de cosméticos, um gloss labial de cada vez. Até Taylor Swift, que emergiu de seu auto-intitulado exílio no final de 2017 com o enorme sucesso de “Reputation”, parece estar determinada a mudar de “pista”.

Mas todas as equipes principais têm um time reserva esperando o momento certo de agir. E também funciona assim na indústria da música: As Selenas e as Halseys e as Cardi Bs que mantém o Hot 100 agitado. Aos 20 anos, Camila Cabello já é veterana do setor; Como membro da Fifth Harmony, o girl group formado para a TV aos olhos dos Estados Unidos no The X Factor em 2012 (elas terminaram em terceiro lugar), ela acumulou uma série de brilhantes e energéticos singles: “Worth It“, “BO$$“, “Work From Home“. Em seguida, vieram os inevitáveis relatos de conflitos internos e discórdia nas redes sociais, uma saída muito pública do grupo no final de 2016 e o anúncio imediato de uma estrela solo a seguir.

Se a era da harmonia terminou com um estrondo, Camila aparece como algo muito mais parecido com um sussurro. Não porque não seja aguardado; exagerado – a sua gravadora, Epic, quase não conseguiu promovê-lo – mas porque parece ser um álbum menor e mais íntimo do que você possa esperar a partir de suas colaborações de alto brilho com, por exemplo, Pitbull, Shawn Mendes e Machine Gun Kelly e o estrelado primeiro single “Crying In The Club” (contudo, essa música nem sequer passou pelo corte final do álbum). Em vez disso, a cantora nascida em Cuba e criada em Miami, experimenta luzes estroboscópicas para um brilho mais quente; desmoronando sobre um amante viciante na música com falsetes que abre o álbum “Never Be The Same“, ansiando por aquele que escapou no despojado “All These Years“, mergulhando no suave reggaeton em “She Loves Control“, derramado de tambor. O onipresente single “Havana“, com seu hipnótico som de piano, com a participação de Young Thug e os dançantes na-na-nas, pode ser o mais próximo que Camila chegou a uma música incrível, e dificilmente se preocupa em seguir caminhando com confiança até a pista de dança.

A voz de Cabello não é especialmente distintiva, mas é instintivamente bonita: sem esforço e calorosa, com um pouco de rouquidão matinal. Quando ela entra e sai do espanhol em músicas como a prometida promessa tropical “Inside Out“, ela se sente orgânica, não testada no mercado, mesmo quando o álbum retorna a metade se desliza para o ritmo do coração com uma série de baladas brilhantes (Assim começa a ter sentido por que o título original era “The Hurting, The Healing, The Loving“). Como foi alegado, Cabello passou um tempo extenso no estúdio com os melhores produtores de hits como Stargate, Max Martin e Diplo. A decisão de deixar quase todos eles de fora da lista final pode não ser um planejamento de carreira perspicaz, mas pelo menos faz “CAMILA” docemente e desafiadoramente seu.

Nota: B+, 83 no Metacritic

Fonte: Entertainment Weekly (EW)

Tradução e Adaptação: Equipe CCBR.

Nesse sábado (06), o site britânico Daily Express UK fez sua review do primeiro álbum solo da cantora Camila Cabello, intitulado “Camila”. Confira a tradução completa:

O Novo álbum de Camila Cabello estará liberado na próxima sexta, mas será mais como Fifth Harmony ou “Havana“?

É justo dizer que “Havana” mudou tudo.

Além de ter um gancho insanamente cativante que fez todos ficarem “Na-na-na-nando” o verão inteiro, ela transformou a antiga estrela de uma girlband em uma grande princesa do pop que estava à frente do ascendente curso de influências latinas na indústria da música.

Depois de sair do Fifth Harmony, o plano original de Cabello para seu álbum de estreia eram obscuros.

O Intitulado bastante ameaçadoramente “The Hurting, The Healing, The Loving”, estava indo ser bastante abrasador, mas tudo foi mudado após seu smash cativante de verão.

O álbum será liberado dia 12 de janeiro e apresenta uma nova linha de trabalho focando fortemente em quentes e sensacionais batidas latinas.

Cabello já tem liberado algumas faixas em festivais e shows nos meses passados.

Destaques incluem os balanços de “Inside Out”, ela também mostrou seu lado suave na madura “Real Friends”, acompanhada de um violão.

She Loves Control” dá a Ariana Grande uma concorrente para suas oitavas com alguns impressionantes vocais ornamentados e rápidos empoderando a bonita balada.

Está tudo avançado em remover a imagem do pop manufaturado do Fifth Harmony, e mostra que Cabello é determinada a estabelecer a si mesma como uma artista de credibilidade.

Mais impressionante de tudo, seu nome é o primeiro creditado nos créditos de composição em praticamente todo o álbum, incluindo no seu smash “Havana”.

Fonte: Daily Express UK

Tradução e Adaptação: Equipe CCBR.

O site britânico Daily Mail postou recentemente seu review do “Camila”, onde disse que nossa cubana favorita pode ser a estrela mais brilhante do ano. Confira traduzido abaixo:

O primeiro grande lançamento pop de 2018 chegará na próxima semana quando a Cubana-Americana Camila Cabello, que rapidamente ascendeu, lançar seu álbum de estreia.

O álbum auto-intitulado veio acompanhado com um grande alarde, com o seu hit single Havana abrindo o caminho.

A música passou 5 semanas no número um em Novembro e Dezembro, sendo a mais longa música a ficar no topo das paradas do Reino Unido desde “Someone Like You’ da Adele, em 2011, e a primeira a passar 5 semanas consecutivas no topo desde de “I Kissed A Girl” da Katy Perry, 3 anos antes.

Havana foi inspirada pela formação da Latino-Americana de 20 anos – ela nasceu em Cuba e viveu na Cidade do México antes de sua família se estabelecer em Miami – e os sutis espinhos da música e os acordes de piano lânguidos estabelecem o tom para uma estréia dominada por melodias aconchegantes e mid-tempo, ao invés de uma batida pop dançante.

Havana não foi o único pop hit latino de 2017. Dois dos maiores – “Despacito” da dupla de Porto Rico Luis Fonsi e Daddy Yankee e “Reggaeton Lento” da boy band CNCO – receberam remixes em inglês de Justin Bieber e Little Mix, respectivamente, e Cabello está bem colocada para florescer se a tendência do crossover continuar.

Ela já fez parte do “Fifth Harmony”, um bem sucedido quinteto feminino que foi montado por Simon Cowell e Demi Lovato na versão americana do “The X Factor” em 2012, quando ela tinha apenas 15 anos (elas terminaram em terceiro lugar na competição.)

Ela deixou o grupo há um ano, expressando seu desejo de ‘abrir sua alma’ enquanto fala sobre se sentir desconfortável com tentativas de sexualizar demais o grupo, apesar disso ela continua na empresa de Simon Cowell.

Ela certamente superou esse amor de Fifth Harmony pela dança digital e retro R&B para um álbum supervisionado pelo DJ canadense e produtor Frank Dukes. “She Loves Control” é uma fusão de hip-hop e ritmos latinos, enquanto “Real Friends” apresenta toques jazzísticos e guitarra bossa nova.

“Into It”, co-escrito pelo Ryan Tedder, da OneRepublic, é um número de pop vibrante, embora seu tom sugestivo contradiz a suposta aversão de Camila ao jogo da gatinha sexy. “Eu vejo uma cama king size em um canto e deveríamos ir a fundo” ela diz. Talvez ela esteja super cansada.

Sua voz aveludada aparece em músicas mais lentas. A faixa de abertura “Never Be The Same” é uma balada sobre o vício romântico apoiado por zumbidos eletrônicos e um coro que é difícil de resistir. Ele é estragado apenas por seus vocais irritantes e com auto-tune.

“All These Years” examina os sentimentos persistentes de uma chama antiga enquanto “In The Dark” e “Consequences” são lamentos melancólicos, sendo a última notável pelo crédito de composição para a confiada e associada a Ed Sheeran, Amy Wadge e o domínio de Cabello de Mariah Carey, com notas altas que sublinham sua voz impressionante alcance vocal.

Com uma visita britânica para canalizar, ela já está se formando para ser a nova estrela mais brilhante do ano.

Fonte: Daily Mail UK
Tradução/Adaptação: Equipe CCBR

O site britânico The Times postou na noite de hoje (4) seu review do “Camila”, onde deu 4 de 5 estrelas para o mesmo. Confira a matéria traduzida abaixo:

Havana de Camila Cabello apareceu, do nada, em setembro e fez da cantora cubana mexicana de 20 anos uma estrela. Com uma melodia baixa e um quente humor latino, a música evoca bons tempos coberta de melodia e um sentimento de perda, em maneiras que é apenas uma composição sobre sentimentos se você pertence a Havana enquanto gosta de um menino de Atlanta. Barack Obama incluiu a faixa em suas favoritas de 2017. Agora o álbum solo de Cabello vai ser lançado, e assim como o hit que fez seu nome, é bastante inesperado.

Cabello vem de uma pedigree de puro pop. Se mudando com sua família de Havana para o México e para Miami em sua infância, em 2012 ela fez audição para o The X Factor USA e acabou no Fifth Harmony, um desses grupos de canto que o show monta para colocar juntos vários competidores que eles não sabem o que fazer.

Cabello deixou o grupo no fim de 2016 em meio a acusações de inveja, mesmo que ela tenha dado tudo de si, a razão era: o grupo “não era a expressão máxima de mim individualmente”. Podemos assumir que um álbum self titled com uma foto dela na capa é a máxima expressão dela individualmente, e isso se torna charmoso, um pouco modesto e surpreendentemente refletindo o pop álbum que vamos dar as boas vindas em 2018.

Nesse ponto da carreira de Cabello você pode esperar que seu álbum será cheio de hits pop. Em vez disso, ela foi para o outro lado, virando a página do livro do Justin Bieber e usando guitarras acústicas e técnicas de produção escassas para enquadrar músicas sobre amor e longevidade. “Hesitação, conversas estranhas, expectativa,” ela canta pausadamente na balada no piano, Consequences, listando os efeitos colaterais de um término. Parece uma mistura entre Mariah Carey e Joni Mitchell, e é bastante amável.

Harmonias vocais tratadas nos dão um ar sonhador e desencarnado para All These Years, onde cabelo pergunta, “Ela te beija como eu te beijo?”, enquanto em Real Friends ela eleva o preço da ambição enquanto percebe que ela está rodeada de pessoas interessadas em seu status, não em seu caráter. “Eu acho que eu vou ficar essa noite, pular as conversas e os ‘Oh, estou bem’,” ela canta, mais para ela mesma do que para qualquer outro.

Os toques do pop latino que você espera da cantora de Havana, especialmente em Inside Out, enquanto Into It é o tipo de música sugestiva sobre sexo que todo álbum de uma estrela do pop jovem e bonita parece ser obrigada a colocar em um álbum, mesmo nesses dias onde o feminismo está em alta. Mas a surpresa aqui é o quão íntima e natural Cabello soa em seu álbum de estreia, e como ela teve sucesso fazendo um álbum que é pessoal sem ressoar as revelações de detalhes privados. É realmente a máxima expressão dela, individualmente.

Fonte: The Times UK
Tradução/Adaptação: Equipe CCBR