De Cojimar para a abertura de cerimônia do #GRAMMYs 2019

11 fev 2019

Grammy Award (inicialmente denominada de Gramophone Awards) é uma cerimônia de premiação da “Academia Nacional de Artes e Ciências de Gravação” dos Estados Unidos, que presenteia anualmente os profissionais da indústria musical com o prêmio Grammy, em reconhecimento à excelência do trabalho e conquistas na arte de produção musical e, provendo suporte à comunidade da indústria musical. Sendo considerado uma das maiores premiações, comparado ao prêmio Óscar da música.

Como prova de que sonhos podem virar realidades, e que esforço e paixão pelo trabalho fazem as coisas valerem a pena, Camila foi ato de abertura de cerimônia em uma das maiores premiações musical, o Grammy.

Ano passado, Camila compareceu na cerimônia do Grammy para apresentar o desempenho da banda U2, mas antes aproveitou a oportunidade para reconhecer todos os filhos de imigrantes indocumentados que estão lutando para permanecer nos Estados Unidos – porque a história deles não é diferente da dela.

“Hoje, nesta sala cheia de sonhadores da música, lembramos que este país foi construído por sonhadores, para sonhadores, perseguindo o sonho americano”, disse Cabello, logo depois de se juntar a Kesha e dezenas de outras mulheres no Grammy para realizar uma apresentação poderosa. Estou aqui neste palco esta noite porque, assim como os SONHADORES, meus pais me trouxeram para este país sem nada em seus bolsos. Eles me mostraram o que significa trabalhar duas vezes mais e nunca desistir.”

Os momentos finais de seu discurso foram muito aplaudidos pela plateia, com todos da amiga Lorde a Beyoncé batendo palmas em apoio.


“Sou uma orgulhosa imigrante cubano-mexicano, nascido no leste de Havana, de pé na sua frente no palco do Grammy em Nova York, e tudo que sei é que, assim como os sonhos, essas crianças não podem ser esquecidas e valem a pena.”

Infelizmente, Camila não levou nenhum prêmio –
“Best Pop Vocal Album” e “Best Solo Pop Performance” com Havana (Live). – no qual estava concorrendo pela primeira, perdendo assim para Lady Gaga e Ariana Grande.

Uma verdadeira festa latina! Cabello lançou em 2017 “Havana” um dos single de seu álbum ‘CAMILA’, e rapidamente se tornou o hit número 1 na Billboard Hot 100. Em uma entrevista para a Rolling Stone no ano passado, Camila chamou a faixa de “ode a minha herança, minha cultura.” E não foi exatamente isso que ela fez?

Na noite passada (10), Camila abriu o Grammys com uma performance que é baseada na infância de sua avó que cresceu em uma casa cheia de quartos que todo mundo dividia um espaço em comum e a coisa toda é baseada na sua família, que contou com a participação de seu pai, Alejandro, e da sua irmã, Sofia.

A apresentação teve um toque de salsa com a participação de Young Thug, logo depois a cubana deu espaço para o porto-riquenho que retornou ao palco do Grammy 20 anos depois de apresentar “La Copa da la Vida.” (na época, a premiação dava pouca importância á musica latina, que esta hoje em dia vai abrindo mais espaços) Na sequência, J Balvin surgiu sentado em um banco, lendo um jornal que dizia “Construa pontes, não muros”, uma crítica à ideia do Presidente Donald Trump de separar os Estados Unidos e o México por um muro gigante, que por fim arrastou o famoso reggaeton de “Mi Gente”.

Veja:

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